Jornalismo e produção cultural das Periferias

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A programação de maio das Fábricas de Cultura das regiões norte e sul de São Paulo, e Diadema recebe diversos temas. Os debates virtuais e gratuitos serão sobre o jornalismo feito por mulheres na pandemia com integrantes do coletivo Nós, mulheres da periferia, produção cultural nas periferias com Circo de Québra, os reflexos da pandemia no comportamento das crianças com a arteterapeuta Val Santana, liberdade de imprensa com as jornalistas e ativistas Gabriele Roza e Amanda da Cruz Costa.

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A Fábrica de Cultura Capão Redondo recebe o bate-papo Jornalismo feito por mulheres na pandemia no dia 14 de maio, sexta-feira, às 19h, transmitido pelo IGTV do Instagram. Durante a conversa, Jéssica Moreira, jornalista formada pela FAPCOM, escritora e focada em temáticas voltadas aos Direitos Humanos, e Semayat Oliveira, jornalista pela UMESP e especializada em Educação, Cultura e Relações étnico-raciais na USP – ambas integrantes do coletivo jornalístico independente Nós, mulheres da periferia – compartilham os desafios o que têm aprendido durante este período de crises ressaltadas pela pandemia de Covid-19. O Nós, mulheres da periferia mantém um site de notícias liderado por mulheres negras e de diferentes periferias de São Paulo.

No dia seguinte, em 15 de maio, às 18h, na mesma rede social, é a vez do Bate-papo sobre produção cultural na periferia com o Circo de Québra e o coletivo Nóis da Viela. Os dois grupos vão refletir sobre as experiências adquiridas durante suas trajetórias, fazendo uma conexão entre as periferias da zona norte e sul da capital paulista. O foco estará em torno dos espaços utilizados para seus projetos artísticos, como escadões e vielas das próprias quebradas.

O efeito do isolamento social no lado psicológico da população infantil será abordado pela Fábrica de Cultura Diadema por meio da conversa Crianças e a quarentena com a psicanalista e arteterapeuta Val Santana. A atividade está agendada para o dia 14 de maio, às 18h, via Facebook. Por meio do projeto “Alegrat”, Santana aborda os efeitos desse período de pandemia na mudança de comportamento das crianças e reflexões sobre sintomas como a agressividade, choro e baixo rendimento escolar, que podem sinalizar mal-estar ou início de um transtorno psíquico. Val Santana também é atriz circense pela Cia. Contando Histórias.

Em homenagem ao mês que celebra o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, a unidade da Fábrica localizada no Grande ABC realiza a live Liberdade de Imprensa com as jornalistas e ativistas Gabriele Roza e Amanda da Cruz Costa, a qual integra o PerifaSustentavel, colunista da Agência Jovem de Notícias, mobilizadora de redes do Youth Climate Leaders e integrante da lista Forbes Under 30.

O encontro virtual com o público ocorre no dia 26 de maio, quarta-feira, às 19h30, pelo Zoom, e as inscrições estarão abertas entre 13 e 23/05 neste link (clique aqui).

A Fábrica de Cultura Jaçanã traz Gih Trajano para debater o sistema prisional brasileiro a partir de questionamentos das mães, entre eles, “O que eu fiz para o meu filho parar na prisão?”. No dia 27 de maio, quinta-feira, às 19h, pelo Facebook, na atividade Improvisada desde que nasci: onde foi que errei?, a artista Trajano convida uma avó, uma mãe e uma irmã que irão apontar as percepções e como conseguiram encontrar alternativas e forças diante dessa adversidade que desestrutura famílias. Gih Trajano, criada nas periferias do Alto Tietê/Suzano (SP), viveu um período em sistema prisional, quando se interessou pela literatura chamada marginal e começou a participar do Sarau Asas Abertas.

Ao descobrir o talento para declamação e improvisação, começou a escrever e ter textos autorais publicados em coletâneas poéticas, participando de palestras e debates sobre Literatura no cárcere, além de ser bicampeã do Slam do Grito. Ela também mantém o coletivo Improvisadas desde que nasci, dedicado para as mulheres que já passaram pelo sistema prisional.
Para conhecer a programação completa das Fábricas de Cultura, acesse o site do programa ou o hotsite +Cultura da Poiesis.

SERVIÇOS:
FÁBRICA DE CULTURA CAPÃO REDONDO
Jornalismo feito por Mulheres na Pandemia – Com o Coletivo Nós, Mulheres da Periferia
14/05 – sexta-feira – 19h
Faixa etária: a partir de 14 anos
Plataforma: IGTV/ Instagram

Bate-papo sobre produção cultural na Periferia – Com Circo de Québra e Nóis da Viela
15/05 – sábado – 18h
Faixa etária: livre
Plataforma: IGTV / Instagram

FÁBRICA DE CULTURA DIADEMA
Crianças e a Quarentena- Com a Psicanalista e Arteterapeuta Val Santana
14/05 – sexta-feira – 18h
Faixa etária: livre
Plataforma: Facebook

LIVE – Liberdade de Imprensa – Com Gabriele Roza e Amanda Costa
Cultura Geral
26/5 – quarta-feira – 19h30
Faixa etária: livre
Inscrição via Google Forms – de 13 a 23/05 – vagas limitadas, clique aqui
Plataforma: Zoom

FÁBRICA DE CULTURA JAÇANÃ
Improvisada desde que NasciI: Onde foi que Errei? – Com Gih Trajano
27/05 – quinta-feira – 19h
Faixa etária: livre
Plataforma: Facebook

Endereços Fabricas:
Fábrica de Cultura Brasilândia
Avenida General Penha Brasil, 2508 | Telefone: (11) 3859-2300
Fábrica de Cultura Capão Redondo
Rua Bacia de São Francisco, s/n | Telefone: (11) 5822-5240
Fábrica de Cultura Diadema
Rua Vereador Gustavo Sonnewend Netto, 135 – Centro – Diadema/SP | Telefone: (11) 4061-3180
Fábrica de Cultura Jaçanã
Entrada 1: Rua Raimundo Eduardo da Silva, 138 | Entrada 2: Rua Albuquerque de Almeida, 360 | Telefone: (11) 2249-8010
Fábrica de Cultura Jardim São Luís
Rua Antônio Ramos Rosa, 651 | Telefone: (11) 5510-5530
Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha
Rua Franklin do Amaral, 1575 | Telefone: (11) 2233-9270
E-mail: contato@fabricasdecultura.org.br

Acessibilidade: as Fábricas de Cultura Vila Nova Cachoeirinha, Brasilândia, Jaçanã, Capão Redondo, Jardim São Luís e Diadema oferecem rampa de acesso para pessoas com mobilidade reduzida, elevador, sanitários acessíveis, piso táctil, equipamentos que permitem a leitura para pessoas com deficiência visual e motora, impressoras braile, leitor de audiobooks e acervo com mais de 110 exemplares em braille (livros e áudio-books).
http://www.fabricasdecultura.org.br/index.php?t=i
Funcionamento das unidades da zona norte e sul de São Paulo, inclusive de Diadema: atualmente as seis unidades gerenciadas pela Poiesis continuam realizando suas atividades no ambiente on-line.

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